Quem sou eu

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Teresina, Piauí, Brazil
Ah! Meu coração é mole/ Feito língua de moça./ Prefiro a calma a usar a força,/ Que carne de gado criado em morro é muito é ruim:/ Dura danada.// No bombardeio ergo sempre a bandeira branca,/ Cor que cedo não quero em minha trança,/ Mesmo que digam que é experiência.// Antes mesmo de tantos lamas e Ghandi,/ Foi que se inventou a calma dos monges./ Apesar dos últimos incidentes no Tibete. - Tapuia. Mestre em Letras/Linguística pela UFPI. Professor. Arre(medo) de poeta. Artista (de)plástico nas horas vá(ri/g)as. Aquele que nasceu no rio.

sexta-feira, 11 de março de 2011

POEMINHA INTERESSEIRO

Amor
É terno!

Teresina, 11 de março de 2011.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

PENUMBRA

Tudo escuro.
E, na clareza da vontade, os fatos.

O que os olhos não viam
As mãos diziam
Tocavam
Di-men-si-o-nal-men-te.

Nenhuma palavra pronunciada.
Sussurros,
Só os urros...
Estava tudo muito claro!

Teresina, 10/03/ 2004.
(Encontrei essa no fundo da gaveta)

QUADRINHA MATUTA

Versos de beira d'água



Bom Jardim, janeiro de 2011.

CONTINUAS LINDA


Teresina, 07 de feveriero de 2011.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

INCONSTÂNCIA

À Enildes

Porém quem poderá nos defender,
Eximir-nos dessa vida analfabeta
Se quando tentamos nos arrepender
Vem outra moça e refaz-nos poeta?

E, então, nisso nos achamos esteta:
Em derramar no papel o que nem é nosso,
A remeter a outro rumo nossa meta
E a nos arrependermos sem remorso.

Mas que fazer se esses olhos mansos
Alcançam onde parecem nem ir
E fazem de nossa correnteza remanso?

Pergunta-me ainda se a alma não cansa.
Cansa! Talvez, talvez! Mas e daí?
Vale amar tempestade; não, viver bonança.

Codó, 4 de junho de 2010.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Vão-se os amores, ficam os poemas!
Sofrimento para muita coisa serve.
Se agora já nem vale mais a pena
Já serviu para alimentar a verve.

Se coita nem é coisa que se herde!
No início a gente até que pena,
Mas vai que ali vem outra morena...
E então muito do que doía já se perde.

Versos aliviam muitos problemas, então;
Curam dores que mal se sabe onde estão
E nos mandam para onde a dor descamba.

E eu, com idade inda pouca (considero!),
Vou limando minha dor, sem muito esmero,
E quardando tristeza pra mais de um samba.


Teresina, 28 de janeiro de 2011.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Haicai dos afoitos e sonhadores

João morreu afogado.
Um dia ele quis
As ondas do/mar.